
sexta-feira, 13 de abril de 2007
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Porquê?

que tenho uma (chamemos-lhe assim) doença mental relacionada com a comida. O modo como eu como é patológico, neurótico, certamente obsessivo. Durante a semana antes da Páscoa, aproveitei os banquetes diários em honra da visita do lado espanhol da família, e, tomando isso como legítima desculpa para mim mesma, lá me fui empanturrando diariamente. Que era só enquanto eles estivessem, esgrimia com a minha má consciência. Depois acabava. Mas depois veio o fim-de-semana em casa dos meus pais. E começou por ser só uma ponta de um bolinho de torresmos, e mais outra pontinha, e outra, e depois o bolinho inteiro. E mais outro bolinho. E outros. E mais a pontinha do folar, e do pudim de ovos… De preferência, pela surra, para evitar ter de ouvir recriminações públicas. Ontem à noite dei por mim a desejar ardentemente que a minha mão, coitada, se fosse enfim deitar e me deixasse o reino da cozinha. Para quê? Na dispensa estava uma alcofa cheia de Ferrero Rocher e outros que tais, que uma visita frequente lhe tem oferecido (a minha mãe, que não é gulosa, acumula estas coisas). Já estão mesmo a adivinhar, não é? Começou por ser só um, e acabei por comer a caixa de Ferrero inteira. Como se só a caixa inteira pudesse aplacar a minha fome avassaladora (e ainda olhei cobiçosamente para as outras caixas). Primeira moral da história: numa semana engordei uns dois quilos ou mais. Moral imprecisa da história: não sei por que isto me acontece, ou porque aconteço eu a isto.
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Chá vermelho (o chinês Pu-erh, e não o sul-africano Rooibos).

No entanto, os benefícios deste chá vão muito além das já conhecidas propriedades adelgaçantes, nomeadamente as que se seguem:
Acelera o metabolismo do fígado;
Favorece a redução do colestrol;
Depurativo;
Desintoxicante, usado em tratamentos adelgaçantes e de beleza;
Antidepressivo;
Facilita a digestão.
quinta-feira, 29 de março de 2007
Os 12 passos dos comedores compulsivos anónimos.

Procurei na Net, ainda que não com muita profundidade, e foi isto que encontrei.
Recordo que, segundo a Su nos conta, um grupo de auto-ajuda aos comedores compulsivos continua a funcionar na Igreja das Furnas, em Lisboa, próximo do Jardim Zoológico, às segundas, pelas 19h. Alguém sabe se são estes os passos que eles adoptam?
1. Admitimos que éramos impotentes perante a comida e que tínhamos perdido o domínio de nossas vidas.
2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.
4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
7. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de todas as nossas imperfeições.
8. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causadas.
9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.
10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
11. Procuramos através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós e forças para realizar essa vontade.
12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes Passos, procuramos transmitir esta mensagem aos comedores compulsivos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.
http://www.overeaters.org/
terça-feira, 27 de março de 2007
A brincar ao Cristo-Rei.
Raiz de lótus.

Lá consegui postar mudando o nome no Profile. É um buguesito do Blogger, que parece que não me ataca só a mim, segundo percebi depois de um "find" pela Net.
Zen
domingo, 25 de março de 2007
Aleluia!

Beijos,
Zen
segunda-feira, 19 de março de 2007
Fome psicológica (esclarecimento).

Meninas, certamente que no post anterior não pretendia fazer a apologia da fome, muito menos da minha. Tenho sido visceralmente incapaz de passar fome, por mínima que seja. Essa é, aliás, a razão por que não consigo emagrecer.
Não me referia, pois, a passar fome no sentido da anorexia ou coisa que o valha, mas a ser capaz de aceitar conviver com a sensação pontual de fome. São coisas diferentes. Mas, possivelmente, quem não tem problemas de compulsão alimentar não consegue perceber facilmente do que falo. Quando se tem este tipo de problema, qualquer sensação de fome, por mínima que seja, é susceptível de causar uma necessidade de resposta desproporcionada. E a angústia ou a ansiedade projectada na comida não é solucionada com um iogurte ou uma fruta de três em três horas... A fome psicológica está para além desta razoabilidade.
domingo, 18 de março de 2007
Pormenor importante.

As alegrias de andar a pé.

quarta-feira, 14 de março de 2007
Adeus, ginásio!

Primeiro, porque abomino ginásios, a cultura de ginásio, a estética da cultura de ginásio, a conversa de ginásio e por aí adiante.
Segundo, porque há mais de um ano que pago uma mensalidade que não é irrisória por um serviço de que usufruo esporadicamente. Sou, portanto, uma boa cliente. Ou, se preferirem, pago para aplacar uma má consciência, que permanece por resolver de forma eficaz.
Terceiro, last but not least, é a segunda vez que faço uma tentativa de fazer ginásio com regularidade e... engordo. Da vez anterior, engordei dois quilos num mês. Desta vez, tendo cuidado com a alimentação, não perdi um grama. E não, também não perdi volume, pelo que não creio que o aumento de peso se deva a mais massa muscular (além de que ninguém me sabe dizer quanto tempo a massa muscular "nova" demora a formar-se). Medido na maquineta, da vez anterior, que foi há uns meses, ao fim de quatro semanas tinha mesmo mais massa gorda do que no início. Há qualquer coisa no meu metabolismo que funciona idiossincraticamente com o exercício, pelo que, até perceber o que é, me recuso a gastar 700 euros por ano em vão.
E também não vou ficar parada. Comecei por tirar o passe e passar a andar de metro, escada acima, escada abaixo. Hoje, fui almoçar com uns amigos à Amadora... de comboio, escada acima, escada abaixo. Há dois dias que não tiro o carro da garagem. Além de que redescobri o gosto sociológico leve e solto pela gente diversa que coabita comigo no metro.
Mais: proponho-me a andar a pé, coisa que já tinha feito, com bons resultados, no Verão passado. Todas as noites, uma volta de 40 minutos ao quarteirão. Pode ser um bocadinho monótono, sim, mas da passadeira também não se avista grande paisagem...
sexta-feira, 9 de março de 2007
À Luz, onde quer que agora brilhe.

quinta-feira, 8 de março de 2007
E o chá branco, que já foi dos imperadores.
(Da Net:)

quarta-feira, 7 de março de 2007
Ainda a soja.

terça-feira, 6 de março de 2007
Páscoa feliz!


O ramo galego da nossa família está de visita a Portugal, e isto, minhas amigas, está a ser uma desgraça. Felizmente só vêm de anos a anos. Das entradas à tradicional queimada, passando pelo licor de café, caseiro, feito pela vizinha da Rosa Maria, já se comeu e bebeu de tudo com largueza e abundância. Religiosamente, todas as noites (ao almoço também há, eu é que me baldo). É esperar que passe, pois. Para mim, o último jantar pantagruélico será esta noite, que vou depois até aos meus pais, que têm uma dieta dieteticamente irrepereensível. A ver vamos se me vingo, ao menos, numas caminhadas por Milfontes acima e abaixo.
Mas não quer este infeliz intervalo dizer que desisti! Não, nem pouco mais ou menos. Aliás, sejam melhores do que eu e resistam aos disparetes. Serão recompensadas.
Um beijo pascal a todas,
Zen
domingo, 4 de março de 2007
Chá muji, o primeiro dos meus chás preferidos.


Os chás são óptimos, claro, mas convém lembrar a primeira regra da sua ingestão: variar. Sobretudo no caso de chás particularmente ricos em teaninas e saponinas (e são quase todos os que mais se encontram no mercado generalista), capazes de se tornarem danosas para o organismo. Só variando se pode garantir que o chá não se torne tóxico, sobretudo se o ingerimos em grandes quantidades (mais de três chávenas por dia). Por isso, minhas amigas, um chá por dia é o ideal! Vira o dia e toca a outro. E há tanto por onde escolher...
Fico um pouco preocupada quando ouço alguém dizer que bebe, por exemplo, dois litros de chá verde por dia - todos os dias. Eu, além do mais, não poderia, até porque o chá verde é muito rico em taína, pelo que sinto imediatamente a tensão arterial a subir... Os flavonóides são excelentes no combate aos radicais livres, sim, mas muita gente parece desconhecer que, se ingeridos em excesso, se tornam tóxicos, acabando por propiciar os mesmos radicais. É o chamado morrer da cura...
Além disso, há outros chás tão ou mais ricos em flavonóides e outros nutrientes do que o chá verde. O chá branco, por exemplo, que é um dos meus preferidos. Ora procurem na Net as propriedades do chá branco e surpreendam-se!
O inconfundível chá muji
Mas hoje queria era mesmo falar do chá muji (ou mogi, ou mugi...), para muita gente o mais delicioso dos chás. Trata-se de um simples chá de cevada tostada, que conheci através dos meus amigos macrobióticos. Ainda para mais, como o confirma o Varatojo, é "excelente para ajudar a queimar a gordura animal do corpo e perder peso, para refrescar e para tratar o fígado". No Verão, com limão, é um refresco maravilhoso. E pode-se beber à noite porque, embora seja levemente estimulante da actividade cerebral, não tem teína. Tem, isso sim, um sabor intenso e suave, a fazer lembrar o café, sempre bom, quente ou frio. Compra-se em qualquer casa de produtos naturais. Ora experimentem lá e depois contem!
sábado, 3 de março de 2007
A tarte de tofu com tomate (e a tiróide).

Faz-se um leve refogado (com pouquíssimo azeite, em frigideira anti-aderente) e junta-se-lhe uma lata de tomate de 800 gr, esmagando os tomates com as mãos. Juntar, a gosto, louro ou outras ervas e deixar cozer como qualquer molho de tomate. À parte, desfazer com as mãos o tofu de uma embalagem de 400 gr. Quando o molho de tomate estiver quase cozido, apurado q.b., juntar três ou quatro cebolas picadas finamente ou alho grancês, mais o tofu. Temperar a gosto, com pesto (pode substituir por manjericão, enfim), noz moscada... o que vos apetecer. Opção para dias santos: cobrir com pinhões e queijo ralado. Também podem juntar um ovo batido, suponho, para ligar. Colocar sobre uma base de tarte e ir ao forno, até ganhar consistência. Serve-se com uma grande salada verde.
Os perigos da soja?
Hoje descobri na Net que há médicos que encontram uma correlação entre um elevado consumo de soja e seus derivados (leite de soja, tofu, seitan...) e problemas de funcionamento da tiróide, mais exactamente hipotiroidismo. Assim de repente, penso nos orientais, esses grandes consumidores de soja, sem me parecer que tenham ar de quem sofra da coisa. Mas também me parece que onde há fumo há fogo. A investigar melhor.
Beijinhos,
Zen


